segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Não ligue para dezembro. Dezembro é sempre um mês pesado, incômodo. Não é confetes e serpentinas, muito pelo contrário. É quando tudo acaba, os arrependimentos aparecem, é o mês de fechar o balanço. Parece que o ano todo vem pesar nas costas, soluçar no ouvido. Enlouquece, é verdade. Mas como todas as coisas ruins, passam.

Já é janeiro. Já é outro ano. Expectativas, promessas, planos. 2004 agora é apenas mais uma vaga lembrança. Tudo vai ser mais fácil, acredite em mim.

Não se preocupe: o difícil sempre foi enxergar o óbvio. O que é estranho, gritante, todos enxergam. E tão difícil quanto é perceber os próprios limites. Eram tão bons aqueles dias em que achamos que éramos ilimitados, capazes de tudo - só dependia da gente. Esse é um sinal inequívoco de amadurecimento. E para crescer, precisa de uns tombos. Somos seres estranhos, precisamos de nos machucar para consolidar certas posturas, melhoras, uns upgrades.

Mas tenho confiança que seu 2005 será maravilhoso e cheio de novas surpresas, apesar de tudo. É algo que está em suas mãos, é só facilitar as coisas. Você é suficientemente capaz de botar sua vida nos eixos que quiser.
E lá do alto daquele prédio imenso, dava para ver que as nuvens engolfavam os edifícios de Perdizes, descendo a Bela Vista, pras bandas do Parque do Ibirapuera. Quando sai, já era noite incipiente apesar do horário de verão. Gosto de voltar à pé, quando posso, porque gosto de andar em São Paulo ao fim do dia. E, assim, vim descendo a Doutor Arnaldo com a garoa gelada batendo na cara, fitando o cemitério do Araçá do outro lado. Penso em Caio F. sem querer, quando estaria ali, numa janelinha do Emílio Ribas, talvez com os dedos, a alma, tudo dolorido demais para escrever aquelas tão difíceis Cartas Para Além dos Muros. Logo passo a ponte por sobre uma Rebouças sufocada pelas luzes e gentes que vão e vem, ganho a alameda Santos e o convidativo clima que os Jardins tem desta coisa nem tão urbana assim. Aperto o passo, aperta a chuva, quebro na Haddock pensando nos textos que Guiu escrevia sobre apartamentos de janelas imensas, destes amores de comercial de margarina que nunca saberemos se chegará. Passam pessoas de terno, muitas, passam pessoas comuns, passam mendigos decrépitos. Peço um cigarro a um desconhecido, o meu acabou. Os dedos tamborilam nesta ansiedade de estar sem algo por entre eles, ainda mais nestas noites que principiam geladas. Ganho, com sorriso. Sorrio, grato e continuo. Ganho a Paulista naquele caos já anunciado da hora do rush e pelo Conjunto Nacional até poderia tomar um café, perder a hora fitando aquele dragão voador imenso preso no céu. Só que estou cansado, quero banho e cama, queria virar a chave quando chegar e, quando aproximasse para girá-la, ouvir o barulho da panela de pressão e encontrar a casa toda alinhada, talvez até um vaso de flores sobre a mesa. Já que não, agora vou mastigando para qual fast-food ligaria, quem sabe China in Box, já que hoje você não chegaria com um Big Mac de surpresa e o sorriso mais lindo no rosto. Agora escolho qual semáforo fechará para cruzar o outro lado e pela Frei Caneca me lembro daquele dia em que bateram no meu carro, de uma doçura difícil e inesperada. Porém, tem coisa melhor do que essas coisas que nos exasperam nestes dias de dificuldades inaparentes? Até penso que poderia ir à Mostra, o cansaço grita, mantenho o rumo. Passos decididos seguem pelo turbilhão de gentes, tantas, penso que poderia sorrir de novo. Gratuitamente, assim. Jogo o cigarro em brasa na sarjeta fazendo a matemática da semana: sextas, como poderia tê-las! Não tenho, não posso, resigno-me. A chuva, nesta hora, nem gela mais. Ao MASP desvio o caminho, passo por baixo, até o vão. Lembro-me daquele dia em que estive ali pensando que este vale poderia ser minha casa. E, ali, sorriria de novo. Inesperado, como destes primeiros ipês que se arrebentam colorindo os caminhos. Se pensasse muito, quem sabe, até uma Heineken se materializaria em minhas mãos nesta noite que principiava discretamente melancólica. Fechei os olhos, ela não veio. Mesmo assim, quando abri os olhos, ainda continuava sorrindo.

domingo, 14 de novembro de 2010

Não viva sua vida sem ter um objetivo.
Pense aonde você quer chegar, o que gostaria de estar fazendo daqui a 02 /05/ 10 anos.
Pense no que precisa saber para atingir seu objetivo.
Pense no que precisa sacrificar hoje, em nome de algo maior no futuro.
Pense que é preciso muito trabalho e dedicação para obter reconhecimento.
Pense que ter sucesso não é para qualquer um, apenas para quem faz acontecer.
Pense que é preciso vencer uma batalha a cada dia.
Pense que muitas vezes você vai fraquejar mas vai ter que seguir em frente.
Pense que vale a pena realizar algo na vida.
Pense que nada vem de graça...e se vier desconfie, sempre.
Pense, pare e analise se você está pronto para seguir viagem.
Comece a agir, a interagir, a se atualizar, a lutar pelo que quer.
Comece hoje, agora mesmo.
Um mundo de possibilidades te espera, te falta o que ?
Nada.
Você é tudo que você precisa. Seu acelerador e seu freio de mão.
O mundo é seu.
Não tente me provocar, a sua raiva não me aborrece, só me preocupa, porque a raiva vai adoecer você... Não procure me ofender, eu cresci o bastante pra não ter mais dúvida sobre mim mesma. Não me chame pra briga, que eu não vou atender. O meu tempo é precioso e nele não cabem desavenças. Se você não gosta de mim e quer brigar, eu entendo, mas não conte comigo. Eu estou ocupada sendo feliz. Se você gosta de mim e quer brigar, eu não entendo, mas aceito... Só presta atenção pra não me magoar. Isso, sim, me entristece. Vamos deixar disso, então. Já briguei muito, já magoei, já ofendi... Mas não fiquei nem um pouquinho melhor com isso. Venho me curando da vontade de brigar, desde que aprendi a calar. Então, se você gritar, só vai escutar o meu silêncio. Se seguir ofendendo, eu me retiro. Se insistir na raiva, que pena... Só você vai sofrer. Ok, pode dar a última palavra, ganhe a disputa! Eu não me importo de ceder a vez. Eu escolho viver em paz. Vamos deixar disso, então?

...

Como ela é engraçada né ? A gente as vezes passa por dificuldades , e quando menos esperamos recebemos ajuda de pessoas que nunca nem sonhavamos que existiam ,;/ & o pior de tudo , é que na maioria das vezes amizades de anos . Te dão as costas . LEGAL isso né ? O que você vai fazer , não ligue mande ela se FUDER com certeza você irá se sentir bem melhor *.* por que parece que você tirou um peso das suas costas ;DD então saiba ver quem são suas amizades , você vai ver que a maioria não merece sua confiança !